Sabotar o defeito prova pouco; o que informa é sabotar o CONSERTO. Duas das três
sabotagens que rodei sobre os consertos passaram VERDE:
1. Trocar `:stable` de volta por `:latest` no compose. O gate só cobrava "tag
móvel usa always", e os dois são móveis — a distinção que importa (topo da
main × última release) não estava em lugar nenhum. Agora nenhum serviço nosso
pode ter `latest`/`main` como default no compose de PRODUÇÃO, e o `app` foi
junto: quem cai no default é quem não tem a chave no .env, e nenhum desses
casos quer código não lançado.
2. Desfazer o pin do WAHA no install.sh. O gate olhava o compose, e o defeito
mora no `.env` — que vence o compose. Era exatamente a forma do defeito
original: o pin existia e não alcançava ninguém. O test-validators passa a
checar a tag do WAHA no .env gerado pela instalação de verdade.
Re-sabotadas depois do conserto, as duas reprovam nomeando o serviço e o valor.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RKm2XcTcfgi1vdMcDYSRWa