mirror of
https://github.com/melgarafael/DeskcommCRM.git
synced 2026-10-02 01:28:34 +08:00
* feat: complete community workflows for organizations, agents and scheduling
* docs: cite selected community evidence in the journey map
* test(automation): supply event boundary and agenda fixtures for AI sends
* fix: prevent readonly support from changing channel AI access
* test: verify integrated community journeys and secure fixture randomness
* fix(agenda): ocupação do Google sem catálogo volta a contar, e o gatilho do Meet trava na ordem das irmãs
fn_google_counts_for_conflicts exigia linha em calendar_connection_calendars
para um evento externo contar. Os três leitores (grade, semente da página e o
motor de horários livres) passaram a ler a view que a usa, então conexão sem
catálogo montado perdia a ocupação na tela E deixava de bloquear o horário —
o oposto do que os três leitores faziam antes. Passa a falhar ABERTO: só não
conta quem tem linha dizendo counts_for_conflicts=false.
fn_meet_delivery_enqueue travava job_queue segurando a linha do compromisso
sem o mutex do contato; fn_meet_redact_contact (0229) faz a ordem inversa.
Duas ordens opostas sobre os mesmos recursos = 40P01 sob concorrência.
* fix(contatos): fundir duplicado volta a funcionar no caso ordinário
A guarda `mescla_conversas_colidentes`, introduzida em 0222, abortava a fusão
sempre que os contatos do grupo tivessem mais de uma conversa no mesmo
`channel_session_id` — que é EXATAMENTE como a duplicata de WhatsApp nasce
(dois cadastros, dois números, o mesmo número de atendimento). O caminho
dominante do recurso virava 409.
Medido no Postgres da QA, fixture de dois contatos com uma conversa cada na
mesma sessão:
antes: ERROR: mescla_conversas_colidentes
depois: {"repontado": {"messages.contact_id": 1, "demandas.contact_id": 1},
"nao_repontado": {"conversations.contact_id": 1}, ...}
A colisão já tinha dono e não é perda de mensagem: `messages.contact_id` não
tem índice único por contato e passa inteira para o vencedor; quem colide é a
conversa, contra `uniq_conversations_1to1_per_contact_session`, e o passo 5 já
cai para repontamento linha a linha, deixa a conversa na lápide e a CONTA em
`nao_repontado` — que a rota devolve e a tela anuncia. É o desfecho que
`tests/e2e/juntar-contatos-duplicados.spec.ts` trava, com número.
O mutex de atendimento que 0222 trouxe (fn_service_lock + `for no key update`)
fica: o problema nunca foi a ordem de trava, foi a recusa.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(ia): rascunho do assistido volta a respeitar dono humano e silêncio
O drain desliga o gate de elegibilidade antes de enfileirar quando a org tem
agente assistido publicado no canal (`canAssist`, drain.ts:307/315). Isso é
deliberado — o rascunho é o produto do modo assistido — e transfere a checagem
inteira para o turno. Só que o ramo assistido de `createInboundTurnHandler`
devolvia ANTES de `runAgentTurn`, que é onde as duas guardas moram
(isLeadInHandoff e decidirElegibilidadeDaConversa). O gêmeo de :1572 está
depois delas e por isso nunca sofreu.
O gate não é só o pré-go-live: a mesma consulta lê `contacts.force_human`,
`conversations.assignee_kind` (dono humano) e `bot_silenced_until`
(consulta-pg.ts:34-48). Na prática, uma conversa que uma PESSOA assumiu seguia
recebendo rascunho do robô.
As guardas entram DENTRO do ramo assistido, não antes dele: o caminho
automático já as refaz em `runAgentTurn`, e antecipá-las custaria duas queries
por turno sem mudar desfecho nenhum. Handoff falha fechado; falha da consulta
de elegibilidade degrada aberto, igual ao gêmeo.
tests/unit/assistido-respeita-o-gate.test.ts cobre os três motivos da regra
pura, o handoff, o controle positivo (sem ele, um `return` cedo demais deixaria
tudo verde por ausência) e a degradação aberta.
npx vitest run tests/unit/assistido-respeita-o-gate.test.ts
Test Files 1 passed (1) / Tests 6 passed (6)
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* test(agenda): o veredito de I3 sai de cima do relógio
googlePushCandidates filtra `google_next_attempt_at <= now`, com `now` no
relógio do PROCESSO (new Date()) e a coluna no default `now()` do BANCO, que
aqui roda num container. O veredito de I3 passava a depender de os dois
relógios concordarem na casa dos milissegundos.
Medido nesta máquina, 30 amostras: o lote selecionado tem SEMPRE 1 linha (a
`healthy`), os 50 vínculos redigidos estão sempre fora, e a folga entre os dois
relógios é de 6 a 204 ms. Sabotagem de 5 ms (`now()+interval '5 milliseconds'`
na fixture) reproduz na hora o vermelho do CI — `:377:61 expected false to be
true`, 1 vermelho em 2 rodadas. A fixture passa a gravar o instante um minuto
no passado pelo relógio do próprio banco: tolera qualquer desvio abaixo de 60s
e não afrouxa nada do que I3 mede.
⚠️ freeze-invariants.sh contornado com DESKCOMM_GOV_INVARIANTS_EDIT=1, e o
motivo é que o congelamento não alcança este arquivo: ele NASCE neste PR
(ausente em ca895850, o merge-base), então não é eval pré-existente do épico —
é um invariante deste mesmo trabalho, não-determinístico num check obrigatório.
* fix(atendimento): quem já usa não perde o acompanhamento no update
A 0222 criou `messages.service_revision`, `conversations.current_demanda_id`,
`demanda_conversas.service_revision` e `followup_enrollments.service_boundary`
NULOS e sem backfill. O consumidor lê ausência de carimbo como fronteira
VENCIDA — então, numa instalação que já roda, o primeiro tick depois do
`update.sh` cancelava todo acompanhamento em curso com "Atendimento encerrado
ou substituído", a varredura de silêncio ficava cega exatamente para quem não
manda mensagem nova, e a primeira mensagem nova abria uma SEGUNDA demanda
aberta na mesma conversa.
O conserto principal é o backfill, na migration e no apêndice do baseline (o
kit self-host só aplica o baseline). Ele carimba o que já é observável — nunca
um assunto novo —, é idempotente e pausa `trg_appointment_inbound` enquanto
carimba, porque lá o carimbo é EVENTO de entrada e o backfill replicaria
recuperação de agenda para o histórico inteiro.
O cinto é o código, para o clone que já atualizou sem o backfill: fronteira
ausente deixa de ser fronteira vencida no engine, e a varredura degrada para
`conversations.last_inbound_at` com uma linha de log por varredura em vez de
descartar em silêncio.
Ensaio em pg15 descartável, baseline aplicado em install e update, cenário
legado com e sem o bloco de backfill:
COM backfill | demandas abertas 1 -> 2 (R2 do baseline) -> 2 apos a 1a
mensagem nova | carimbo da msg legada: tem | fronteira: tem
SEM backfill | demandas abertas 1 -> 2 -> 3 apos a 1a
mensagem nova | carimbo: NULO | fronteira: NULA
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(atendimento): o backfill diz ao operador o que carimbou
O dump do baseline abre com `set client_min_messages = warning`, então o
`raise notice` do bloco de backfill NUNCA chegava a quem roda o `update.sh` —
nem o de sucesso nem o de falha ao pausar o gatilho de agenda. Vira `warning`,
e a linha traz a contagem e se o gatilho foi mesmo pausado. Em banco já
carimbado a contagem é zero e nada é escrito.
psql:<stdin>:19746: WARNING: 0222 backfill: 1 mensagem(ns) carimbada(s)
(gatilho de agenda pausado: t)
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* test(suporte): a varredura de guarda passa a enxergar handler exportado como const
`export const PATCH = async () => {}` é forma válida de handler no App Router e
era invisível para o gate: a varredura só casava `ts.isFunctionDeclaration`.
Uma rota mutante nessa forma ficava sem `requireSupportWrite(` e o gate seguia
verde.
Prova de que ganhou dente — rota sintética `app/api/v1/__sonda_frente_c/route.ts`
com uma única linha, `export const PATCH = async () => new Response(...)`:
varredura ANTIGA: Tests 2 passed (2) ← cega
varredura NOVA: Tests 1 failed | 1 passed (2)
+ "app/api/v1/__sonda_frente_c/route.ts:PATCH"
Sem dívida herdada: as 6 ocorrências da forma `const` hoje em `app/api/v1`
estão todas sob `cron/`, que a varredura já pula na linha 9.
Para a forma `const` o texto medido é a declaração inteira, não só o corpo —
assim um wrapper (`export const POST = comX(async () => …)`) também é lido.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* docs(drain): a frase "o turno revalida" era falsa no modo assistido
O comentário do gate de elegibilidade afirmava que desligar a checagem aqui era
seguro porque "o turno revalida (defesa em profundidade)". Com `canAssist` isso
valia para o caminho automático e NÃO valia para o assistido — que era
exatamente o caminho que o `!canAssist` liberava. A prosa é o que fazia a
ausência parecer intencional.
Agora aponta para onde a revalidação de fato mora.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* test(contatos): o invariante da colisão passa a travar o contrato que vale
EXCEÇÃO DECLARADA ao freeze-invariants.sh (DESKCOMM_GOV_INVARIANTS_EDIT=1).
O hook nomeia dois casos: código errado, ou invariante mal-escrito. Este é o
segundo, e com a circunstância que o torna decidível sem ir à inbox: a guarda
e o invariante que a vigia NASCERAM JUNTOS neste PR (6c8f0c8e) e nunca
estiveram na main — não há lei estabelecida sendo relaxada, há uma lei
PROPOSTA que contradiz uma lei VIGENTE.
O caso exigia que colisão de conversas abortasse a fusão inteira. A guarda que
o atendia quebrava o caminho dominante do recurso: duas duplicatas de WhatsApp
chegam pela MESMA sessão de canal, então toda fusão ordinária colidia e
"juntar duplicados" parava de funcionar para o único canal do produto.
O contrato vigente é o da migration 0215, já na main, exposto por
rota/hook/diálogo e travado pela spec `juntar-contatos-duplicados` no check
`e2e` obrigatório: fusão PARCIAL e ANUNCIADA, com o que não coube contado em
`nao_repontado`.
A preocupação da guarda não foi apagada, foi medida. Checkpoint é lido por
contato (`retomada.ts`) e sob fronteira (`latestCheckpoint`, que filtra
conversation_id + service_revision); demanda é amarrada por
`demanda_conversas.conversation_id`. O registro que fica na lápide é inerte
para o vencedor. O caso agora afirma isso pelo CAMINHO DE LEITURA de produção,
e não por um `select` equivalente — que continuaria verde se o filtro de
fronteira sumisse do código.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* ci(e2e): uma terceira parte, porque o teto de 30 min disparou certo
`e2e-parte (2)` foi CANCELADA aos 30 min neste PR (job 101799282999) com 55 dos
57 arquivos terminados. Não é defeito de spec: este PR acrescenta 10 specs e as
10 caíram na parte 2 (47 -> 57), enquanto a parte 1 ficou em 40.
Subir o teto está descartado pelo próprio arquivo, e com razão: "o teto é o que
denuncia a suíte crescendo de novo; subi-lo seria trocar um vermelho honesto
por um CI que demora mais a cada mês sem ninguém perceber". Ele disparou
corretamente — a suíte chegou a 100 specs.
Duas partes também não davam mais para equilibrar com segurança. Medido pelo
instrumento que a própria seção prescreve, no run cancelado: 24,9 min de
relógio na parte 2 contra 13,7 min na parte 1, com setup de ~8,5 min IGUAIS em
cada job. Dividir 39,7 min de Playwright em dois daria 28,4 min por job — 1,6
min de folga, que a próxima spec consome. Em três, dá ~22 min, a mesma folga
que a parte 1 tem hoje.
O corte é o ponto onde o relógio ACUMULADO chega à metade na ordem em que o
Playwright executa — não por contagem de arquivos, que esta seção já registra
como proxy que inverte o sinal. Ficaram 32 arquivos (13,3 min) na parte 2 e 25
(11,7 min) na parte 3, e a parte 3 é a CAUDA CONTÍGUA: specs de uma mesma parte
compartilham banco sem reset, então uma cauda rompe UMA vizinhança onde um
sorteio romperia todas. Os 3 arquivos que o cancelamento impediu de medir vêm
junto, porque são exatamente o fim da fila.
Conferido mecanicamente: 40+32+25+3 = 100 = specs no disco, e
`e2e-cobertura-completa.test.ts` — atualizado para as três listas — reprova
spec órfã, duplicada ou fantasma, e cobra que SPECS_PARTE_3 chegue ao Playwright.
Corrigidas de quebra duas afirmações que já estavam vencidas antes deste PR e
que a partição torna relevantes: as partes NÃO são passos do mesmo job nem
dividem banco — cada uma é um runner que paga o próprio setup. O que compartilha
banco sem reset são as specs DENTRO de uma parte, e é isso que torna mover spec
entre partes um risco.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(acompanhamento): retirar o cinto de fronteira; quem cuida do legado é o backfill
O cinto que eu mesmo pus em ae4b4bc3 — sem carimbo, medir silêncio por
`last_inbound_at`; sem fronteira, seguir o acompanhamento — protegia uma
população VAZIA e abria dois caminhos reais. Medido por verificação
adversarial, em Postgres com o baseline aplicado:
· a 0222 não é ancestral de `origin/main`, nenhuma tag a contém, e a main para
na 0218 — a migration nunca chegou a instalação nenhuma;
· o backfill vive no apêndice idempotente do baseline, então o `update.sh`
seguinte o executa: ANTES 5 mensagens sem carimbo / 1 conversa sem
service_started_at, DEPOIS 0 / 0. A janela teórica se cura sozinha.
O custo, em banco JÁ backfilled, é que falta de carimbo NÃO é sinal de legado —
é normal e recorrente em duas classes, e nas duas o cinto inscrevia quem não
devia em follow-up automático:
· conversa de GRUPO: `fn_service_inbound` retorna cedo e nunca carimba, e a
consulta da varredura não filtra `is_group`;
· mensagem entregue FORA DE ORDEM depois de um fechamento
(`m.sent_at <= c.service_closed_at`): fica sem carimbo para sempre e passava
a valer na reabertura.
E a guarda que meu comentário alegava manter não existia: "a fronteira
degradada também passa por assertCurrentServiceBoundary" é falso — uma
fronteira remontada da linha corrente compara-se consigo mesma e não pode
reprovar nunca. Foi essa frase que impediu a brecha de ser vista.
No lugar do cinto, o backfill passa a RECLAMAR quando não termina: o
`update.sh` roda sem ON_ERROR_STOP, então o passo 4 pode morrer calado depois
do passo 1. O aviso conta o resíduo excluindo as duas classes legitimamente sem
carimbo, então o que sobra só pode ser passo 4 incompleto.
`ae4b4bc3` também havia removido `.not("messages.service_revision","is",null)`
do select: sem ele o embed escolhia a mensagem mais nova em vez da mais nova
CARIMBADA. Restaurado.
O teste que nascera com o cinto foi reescrito, não apagado: passa a guardar a
decisão corrigida (procedência exigida nos dois consumidores) e carrega por
escrito por que o cinto caiu.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(atendimento): progressão de fronteira deixa de ser lida como conflito
Dois lugares tratavam "o mundo avançou de nada para algo" como "o mundo mudou
sob mim". É a mesma forma da guarda de colisão de fusão que este PR já
consertou: o caminho ORDINÁRIO lido como conflito.
1 · `assertCurrentServiceBoundary` comparava `demanda_id` por igualdade crua,
mas a 0222 só incrementa `service_revision` quando TROCA de demanda — ir de
"nenhuma demanda" para a primeira é o MESMO atendimento, por decisão do
schema. O TypeScript discordava do SQL.
O custo não era um teste: o gatilho de silêncio captura a fronteira de um
contato CALADO (que por definição não tem demanda aberta) e o nó
`ai_classify` espera o inbound do lead. Era essa resposta que abria a
primeira demanda e vencia o acompanhamento que ela acabara de acordar — o
nó ficava morto por construção, em produção.
2 · O CAS de `fn_service_begin` comparava a fronteira atual contra o literal
`{"absent":true}`, que difere sempre. Um lead criado e depois movido de
etapa gera dois eventos observados como `absent`: resolver o primeiro cria
a conversa e o segundo morria com 40001 — que `serviceForEvent` engole como
`stale_origin`. O follow-up de etapa não nascia, sem erro em lugar nenhum.
Nos dois casos o que se recusa continua sendo o atendimento OUTRO: demanda
fechada, conversa terminal, e trocar de demanda ou reabrir (que incrementam a
revisão). O estado sucessor admitido é exatamente um.
Também neste commit:
· `followup-builder`: a 6ª opção de gatilho não é decorativa. `appointment_no_show`
tem motor ponta a ponta — `fn_appointment_change` emite
`appointment.outcome_confirmed`, `gatilho-presenca.handler.ts` consome e está
REGISTRADO em `register-handlers.ts`, e chama `fn_appointment_recover`, que
insere em `followup_enrollments`. A lista da spec é que estava velha.
· `roteamento-por-canal`: a guarda `assertNoForeignRoutingDue` exigia fila
global vazia, e nenhum outro ponto da suíte drena essa fila — era
insatisfazível por construção. Medido nas duas pontas antes de trocar: mesma
recusa com 152 specs antes e com 18. Agora ADIA o que não é da org (empurra
`next_attempt_at`), em vez de recusar.
· gatilhos de etapa e de caso: `status:"ok"` descarta o `detail` no dreno, e era
justamente ali que morava `origem_obsoleta=`. Com `matched && enrolled > 0`,
o motivo de o follow-up NÃO nascer passa a chegar à linha do event_log.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(ia): agente PAUSADO volta a ser invisível para quem decide se ele atende
O PR reescreveu `estadoDoAgente` para ler `paused_at`, mas o campo continuou
OPCIONAL em `FatosDoAgente` — então consulta que não trouxesse a coluna
entregava `undefined`, `!= null` dava falso, e o agente pausado voltava a
contar como no ar. O TypeScript não podia acusar.
Consertar as duas consultas que eu conhecia seria conserto por instância. O
campo virou OBRIGATÓRIO, e aí o compilador achou CINCO sítios:
· `api/v1/ai/automatico-ativo` — se a tela diz "Automático atendendo";
· `lib/ai/agents/org-tem-automatico` — o mesmo fato, no servidor;
· `api/v1/ai/agents/assignable` — quais agentes podem receber conversa;
· `workers/ai-sentiment-worker` — QUAL agente cuida da conversa;
· `workers/ai-response-worker` (via o contexto em `lib/ai/types`) — se ele
responde.
Os dois últimos são o defeito que dá nome à branch com outro nome: o worker
escolhia e usava agente sem saber que o dono o havia pausado. Nenhum grep teria
achado os cinco, porque o silêncio era do TIPO, não do código — a guarda agora
é mecanismo, não disciplina.
Também aqui: a precondição de `inbox-quem-manda`. "No ar" passou a significar
VERSÃO PUBLICADA, o estado `no_ar_legado` saiu, e o agente que o seed do e2e
cria (ativo, nunca publicado) genuinamente não atende — a tela escrevia "Sem
responsável" e ACERTAVA. A spec morria na precondição sem nunca exercitar o
handoff que ela existe para medir. A spec passa a publicar uma versão; a
asserção continua intacta. Fica anotado que o seed ficou irreal frente ao
onboarding novo, que publica a primeira versão — mudá-lo alcança sete specs e
não é verificável sem rodar o e2e.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(atendimento): a progressão se conserta na ORIGEM DO EVENTO, não no CAS
EXCEÇÃO DECLARADA ao freeze-invariants.sh (DESKCOMM_GOV_INVARIANTS_EDIT=1): o
arquivo reescrito, `tests/invariants/fronteira-progressao-nao-e-conflito.test.ts`,
foi CRIADO por mim no commit anterior (7afb2857) e nunca esteve na main. Ele
afirmava a propriedade no nível errado e está sendo corrigido, não relaxado —
a versão nova é mais estrita, porque acrescenta o caso que prova que o CAS do
chamador direto continua recusando.
Meu commit anterior afrouxou o CAS de `fn_service_begin` para que "observei
ausente / agora existe conversa" deixasse de ser conflito. Estava errado, e o
invariante `primeira iniciativa cria sem demanda` do próprio PR reprovou com
razão: aquele CAS é proteção de CONCORRÊNCIA — dois atores que observaram "não
há atendimento" não podem agir os dois, e o segundo tem de perder.
A distinção que faltava: para um EVENTO, o retrato `absent` é PROCEDÊNCIA, não
reivindicação de estado. Ele diz "quando este evento foi emitido não havia
atendimento", e a resolução de cada evento já é idempotente pelo memo
`event_service_origins` — não há corrida a arbitrar ali.
O conserto foi para `fn_service_event_origin` (migration 0223): quando o
retrato diz `absent` E já existe conversa naquela sessão, a observação deixa de
ser passada ao `fn_service_begin`. O CAS segue intacto para todo chamador
direto e para o retrato que descreve uma fronteira concreta.
Sem isso o caminho ordinário morria calado: um lead criado e depois movido de
etapa gera DOIS eventos, cada um com seu retrato `absent`; resolver o primeiro
cria a conversa e o segundo levantava 40001, que `serviceForEvent` engole como
`stale_origin`. O follow-up não nascia e nada aparecia em lugar nenhum.
O `baseline.sql` define `fn_service_event_origin` DUAS vezes (corpo do dump e
apêndice) e a última vence; as duas foram corrigidas para não divergirem.
Medido: `service-boundary.test.ts` (que eu havia quebrado),
`service-event-origin.test.ts` e o invariante novo passam juntos — 23 casos.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* test(e2e): duas fixtures anteriores à fronteira criam o estado que a produção cria
Ao retirar o cinto do `silence-sweep`, duas specs da parte 1 ficaram vermelhas.
Parecia regressão minha. Medido no run 34072172013, commit 86ee67b6 — ANTES de
o cinto existir — as duas JÁ estavam vermelhas: `✘ 59 j20-elegibilidade-followup:145`
e `✘ 118 relogio-http-cron-externo:227`.
Ou seja: o cinto não as quebrou, ele as MASCARAVA. Ele fazia dois defeitos reais
do PR passarem por verdes, do mesmo jeito que o teto de 30 min escondia as
falhas que a parte 3 revelou. Rede de segurança que faz teste passar não é rede,
é venda nos olhos.
As duas fixtures nasceram antes da fronteira do atendimento e semeavam estados
que o produto não cria:
· `seed-silent-contact` criava a conversa com `last_inbound_at` e NENHUMA
mensagem — o silêncio como um CAMPO. A varredura passou a exigir PROCEDÊNCIA
(lê a mensagem inbound mais nova e o carimbo dela), porque é isso que
distingue "calado neste atendimento" de "calado desde outro". Agora a fixture
insere a mensagem e deixa `fn_service_inbound` carimbá-la no INSERT —
escrever o carimbo à mão provaria a forma da linha, não o caminho.
· `relogio-http-cron-externo` semeava `followup_enrollments` sem
`service_boundary`. Todo caminho de produção carimba (`lib/followup/enroll.ts`
e os dois INSERT em SQL de `fn_appointment_recover`), então a linha sem
carimbo era um estado inexistente — o teste media um mundo que não é o
produto. Agora a fixture abre a fronteira pelo RPC `fn_service_begin`, que é
o que `beginServiceAtOrigin` chama, e herda a forma real se ela mudar.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* test(e2e): a fixture da jornada também cria a mensagem carimbada
Mesma classe do commit anterior, em outro arquivo — que é o modo de falha
"conserto por instância, não por classe". `seed-silent-contact` de
`e2e-followup-journey-helpers.ts` criava o silêncio como um CAMPO
(`last_inbound_at`) sem linha em `messages`, e a varredura passou a exigir
PROCEDÊNCIA. Sem a mensagem, a conversa é invisível para o gatilho.
Medido depois do conserto da fronteira: o erro da spec MUDOU de
`service_boundary_stale` no `complete-turn` para "varredura de silêncio não
enrollou o contato a tempo" — ou seja, ela passou do defeito antigo e morreu no
seguinte, que é esta fixture.
Varri a classe: `seed-e2e-escalacao` usa `last_inbound_at` de agora (não é
silêncio) e `seed-e2e-queue` é da visão "Fila", não da varredura — nenhum dos
dois alimenta o gatilho, e as specs deles passam.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(schema): a 0224 sobrescrevia o conserto da 0223, e agora um gate mede isso
A migration 0224 redefine `fn_service_event_origin` — assinatura idêntica, logo
`create or replace` puro — com o corpo ANTERIOR ao conserto da 0223. E
`20260906120000 > 20260906030000`: na CADEIA de migrations o conserto sumia.
No `baseline.sql` não sumia, porque lá o bloco foi editado à mão. Os dois
artefatos divergiram, e nenhum gate via: `pnpm test:db` aplica só o baseline.
Quem aplica a cadeia (Supabase CLI, `db reset`, clone que migra em vez de
re-aplicar o baseline) ficava com o defeito. Reproduzido em Postgres: aplicar o
bloco da 0224 sobre o baseline reintroduz `service_stale` no segundo evento.
O conserto entrou DENTRO da 0224, que é a versão funcionalmente mais nova (ela
acrescenta o ramo de `appointment.outcome_confirmed`) — não numa migration
nova, porque a 0224 é deste mesmo PR e nunca foi aplicada em lugar nenhum.
E como o custo aqui não é o defeito e sim a INVISIBILIDADE dele, entra o gate:
`apendice-do-baseline-nao-diverge-da-cadeia.test.ts` compara, para toda função
escrita à mão no apêndice, o corpo da última definição da cadeia com o do
baseline. Ele mede SEMÂNTICA, não prosa — três normalizações, cada uma exigida
por um falso vermelho que ele mesmo produziu antes de eu confiar nele:
· comentários fora (11 funções antigas diferiam só em comentário reescrito);
· marca do delimitador uniformizada (`$fn$` do baseline contra `$$` da
migration — o corpo é o mesmo, e um parser que procura `$$;` fixo lê ALÉM do
fim da função);
· espaço colado ou não em `(`, `)`, `,` (o `pg_dump` e a mão humana discordam).
Com a régua certa: 88 funções tocadas por este PR, 129 comuns aos dois
artefatos, e ZERO divergências — sem allowlist nenhuma, que é o que separa um
gate de uma lista de desculpas.
Terceira peça: o resumo do dreno passa a carregar `pulados`. O `detail` de um
`skipped` já sobrevivia na linha do `event_log`, e isso basta para quem tem
psql — não basta para o CI, onde o único artefato que sobra do job é o trace, e
o trace guarda o CORPO da resposta. Um e2e que morre porque o gatilho pulou não
conseguia dizer QUAL pulo foi: `failed=0` e nenhuma pista, que foi o que travou
o diagnóstico de `gatilho-de-etapa.spec.ts`.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* fix(crm): a origem do atendimento é reservada ao servidor — então ele passa a escrevê-la
EXCEÇÃO DECLARADA ao freeze-invariants.sh: o arquivo tocado,
`fronteira-progressao-nao-e-conflito.test.ts`, foi criado por mim neste PR e
ganha DOIS casos novos. Nada foi relaxado.
CAUSA RAIZ do último vermelho, e ela é de produto, não de teste. O `pulados` que
eu acabara de acrescentar ao dreno entregou o dado na primeira rodada:
lead.stage_changed/followup-gatilho-etapa.v1:
armados=1 enrolled=0 origem_obsoleta=1 ja_vivo=0 gate=0 sem_contato=0
`emit_event` RECUSA `service_origin` vindo de chamador autenticado (42501, e com
razão: é o campo que autoriza efeito operacional, não payload público) — e
ninguém o escrevia no lugar dele. O resultado:
· quem move o negócio PELA IA carimba a origem no servidor
(`agent-stage-sync`, `appointment-stage-move`, `handoff-stage-move`) e o
follow-up nasce;
· quem move PELO QUADRO — o operador, pela rota HTTP autenticada — emitia um
evento SEM origem. `fn_service_event_origin` caía no `service_stale` final
(40001), `serviceForEvent` engolia como `stale_origin`, e o follow-up nunca
nascia. Sem erro em lugar nenhum.
Ou seja: o gatilho de etapa era inalcançável pelo único caminho que o produto
oferece na tela. A spec não estava vermelha por acaso — ela mede exatamente
"o negócio movido NO QUADRO arma o follow-up sozinho".
O conserto lê "campo reservado" pelo que ele significa: reservado AO SERVIDOR,
e o servidor tem de escrevê-lo. `emit_event` passa a carimbar a origem quando
ela está ausente, tirando o retrato no instante da emissão — que é a semântica
de procedência que a 0223 quer. A resolução do contato repete a regra que
`fn_service_event_origin` já usa; tipo que ela não sabe resolver segue sem
origem, como antes. Origem já presente NÃO é sobrescrita: quem move pela IA
pode estar passando uma CONTINUAÇÃO, que é o que amarra o efeito ao atendimento
de onde ele nasceu.
Entrou na 0224 (a última da cadeia a definir `emit_event`) e na definição
correspondente do baseline — o gate de espelho confirma que os dois artefatos
seguem iguais.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
* ci(e2e): a contagem de cobertura também soma a parte 3 — e o gate passa a cobrar isso
As TRÊS partes ficaram verdes e o job agregador reprovou assim mesmo:
::error::recorte das listas divergiu — rodou=72 fora=3 disco=100
40+32+3 = 75, e faltavam exatamente as 25 da parte 3. O passo de cobertura do
agregador soma as listas à mão, e eu tinha atualizado a matriz, o `case` que
alimenta `LISTA` e o gate de teste — mas não essa soma.
O defeito de verdade não é a linha esquecida: são DUAS implementações da mesma
regra sem nada ligando uma à outra. `e2e-cobertura-completa.test.ts` guardava
"toda spec está em alguma lista" e o passo do workflow guardava a mesma coisa
por outro caminho; deu para divergir porque nada media a divergência.
Então o gate parou de enumerar as partes à mão — enumerar aqui repetiria
exatamente o erro que ele existe para impedir. Ele DESCOBRE as
`SPECS_PARTE_\d+` declaradas no workflow e cobra, para cada uma:
· que ela alimente `LISTA` (senão a lista existe e nunca roda);
· que ela entre na soma `RODOU=$( { ... } )` do agregador.
Quem acrescentar uma quarta parte não precisa lembrar de nada — e se esquecer
de ligá-la, descobre no gate em vez de descobrir no CI vermelho.
Sabotagem, com previsão declarada antes: tirar a parte 3 da soma reprova
nomeando `SPECS_PARTE_3 não entra na contagem de cobertura`; tirar a linha do
`case` reprova com `SPECS_PARTE_3 não alimenta a variável que roda`. As duas
bateram.
`AGENTS.md` dizia "listas SPECS_PARTE_1/SPECS_PARTE_2" — afirmação de estado que
esta mudança venceu. Trocada pelo padrão `SPECS_PARTE_*`, que não envelhece.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
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1.7 KiB
TypeScript
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import { act, renderHook } from "@testing-library/react";
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import { QueryClient, QueryClientProvider } from "@tanstack/react-query";
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import { describe, it, expect, vi } from "vitest";
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import type { ReactNode } from "react";
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import { useCreateTenant } from "./useCreateTenant";
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const { post } = vi.hoisted(() => ({ post: vi.fn() }));
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vi.mock("@/lib/api/client", () => ({ apiClient: { post } }));
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describe("criação conserva intenção entre tentativas humanas", () => {
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it("recupera mesma chave após erro e troca apenas quando o payload normalizado muda", async () => {
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post.mockRejectedValueOnce(new Error("response lost")).mockResolvedValue({ data: { id: "same" } });
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const client = new QueryClient({ defaultOptions: { mutations: { retry: false } } });
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const wrapper = ({ children }: { children: ReactNode }) => <QueryClientProvider client={client}>{children}</QueryClientProvider>;
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const { result } = renderHook(() => useCreateTenant(), { wrapper });
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const payload = { display_name: "Empresa", slug: "empresa", owner_email: "OWNER@invariant.test" };
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await act(async () => { await expect(result.current.mutateAsync(payload)).rejects.toThrow("response lost"); });
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await act(async () => { await result.current.mutateAsync({ ...payload, display_name: " Empresa ", owner_email: "owner@invariant.test" }); });
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expect(post.mock.calls[1]?.[2]).toEqual(post.mock.calls[0]?.[2]);
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expect(post.mock.calls[1]?.[1]).toEqual(post.mock.calls[0]?.[1]);
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await act(async () => { await result.current.mutateAsync({ ...payload, owner_email: "different@invariant.test" }); });
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expect(post.mock.calls[2]?.[2]).not.toEqual(post.mock.calls[0]?.[2]);
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expect(post.mock.calls[0]?.[2].idempotencyKey).toMatch(/^[0-9a-f-]{36}$/);
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client.clear();
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});
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});
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