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https://github.com/melgarafael/DeskcommCRM.git
synced 2026-10-02 01:28:34 +08:00
`lib/mcp/tools/catalogo/*.ts` declarava `description` em 51 capacidades; o tipo a documentava como "Texto tecnico entregue ao MODELO" e sete cabeçalhos repetiam "`description` fala com o modelo". Nenhum consumidor lia esse campo: a ponte do turno (`lib/ai/runtime/tools.ts`) monta `def.description`, do HANDLER, e a rota `/api/v1/mcp/tools` também. As duas fontes divergiam em 48 das 51. ## Por que remover, e não sincronizar Fonte única mudaria o que 48 tools dizem ao modelo — risco alto, ganho zero. Um gate de paridade obrigaria manter dois textos sincronizados para sempre, com a duplicata seguindo lá para ser editada por engano. Remover mata a armadilha na raiz: não dá para editar o lugar errado se o lugar não existe. E a remoção SE AUTO-VERIFICA. Tirei o campo do tipo e o `tsc` apontou cada leitura — prova mais forte que grep. ## O que o typecheck achou: a dívida não era teórica Um leitor, e o pior possível: `evidence/ia-360-w4/medicao-vazamento/remedir-com-operador.ts`, o script que mede vazamento de vocabulário do agente. A função se chama `descreverFerramentas` e o comentário diz "A ferramenta como o modelo a vê: nome + descrição, que é o que pode vazar" — e lia `TOOL_CATALOG.description`, exatamente o texto que o modelo NÃO vê. NÃO MEDIDO: se isso muda o resultado daquela medição. O `name` é idêntico nas duas fontes e é o vetor principal de vazamento, então o efeito pode ser nulo, mas não rodei. Corrigi a fonte para `allTools` e deixei a ressalva no script. Não reabri a medição arquivada de outra branch. ## O buraco que a remoção expôs `tests/unit/catalogo-servido.test.ts` testava a junção com FIXTURES (`description: "faz algo"`), nunca com o catálogo real — nenhum gate garantia que uma capacidade servida tem descrição. Esvaziar a de um handler passaria calado: a tela sem explicação e o modelo com uma ferramenta sem contrato. Caso novo: toda capacidade servida tem descrição não-vazia E ela é IDÊNTICA à do handler. A segunda metade é a que importa — se reaparecer uma cópia no catálogo e a junção preferi-la, reprova. Sabotagens: `description` de um handler vira "" → 1 → 1 (a primeira tentativa não sabotou nada: escrevi `description: "" ||`, e `"" || "texto"` devolve o texto — instrumento quebrado, não gate fraco); junção servindo outro texto → 1 → 2. ## Correção de um número que publiquei A mensagem do commitc56416aadiz "1819 unitários". O real naquele SHA é 1818, medido depois com `git stash` e a árvore limpa emc56416aa. Rodei a suíte com a árvore ligeiramente diferente da commitada (antes do `rm` do protótipo e do stage final) e publiquei como se fosse do commit. Régua daqui em diante: número que sai em artefato público é medido DEPOIS do stage. ## Saldo 130 linhas removidas, 63 acrescentadas, 9 arquivos. Os 7 cabeçalhos falsos foram reescritos com o que é verdade e POR QUE o campo não existe mais — para ninguém "completar" o catálogo de volta. O BRIEFING-ia-360.md acompanhou. Provado na tela: `/app/ai/agents/<mcp_agent>`, Supabase local (HTML de /login com 2× `127.0.0.1:54321`, 0× `*.supabase.co`), a capacidade segue com rótulo, explicação, categoria e área — 6/6, zero erro de console. typecheck 0 · lint 0 errors · 1819 unitários (1818 + 1 caso novo) Co-Authored-By: Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com> Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01FkS3mzwtXughmjVC5FCoNo
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